Chamamos
de startup uma nova empresa, em fase
embrionária ou em fase de constituição. Sua grande característica é que conta
com projetos promissores, relacionados a pesquisa, investigação e
desenvolvimento de ideias inovadoras.
Possuir
risco envolvido no negócio é outra característica marcante de uma startup, pois trata-se de uma empresa
jovem e está implantando uma nova ideia no mercado.
As startups são empreendimentos com baixos
custos iniciais e são altamente escaláveis, ou seja, possuem uma expectativa de
crescimento muito grande quando dão certo. Algumas empresas já solidificadas no
mercado e líderes em seus segmentos, como o Google, a Yahoo e o e-Bay, também foram
startups.
Normalmente
empresas de base tecnológica são startups, possuem espírito empreendedor e uma
constante busca por um modelo de negócio inovador. Este modelo de negócios é a
maneira como a startup gera valor –
ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro.
São
exemplos de modelos de negócios de startups, que deram certo:
- O modelo de negócios do Google que se baseia em
cobrar por cada click nos
anúncios mostrados nos resultados de busca.
- O modelo de negócio de franquias: o franqueado
paga royalties por uma marca, mas tem acesso a uma receita de sucesso com
suporte do franqueador – e por isso aumenta suas chances de gerar lucro.
São startups empresas que criam modelos de
negócios altamente escaláveis, com baixos custos e ideias inovadoras.
O
investimento é outro fator ligado diretamente a uma startup. O investimento é sempre um risco até que o modelo certo
seja encontrado, devido ao ambiente de incerteza que é desenvolvido o negócio.
No
entanto, há uma série de investidores que buscam por empresas startups para
investirem, por isso o empreendimento que desenvolve um bom plano de negócios
possuiu mais chances de sucesso em encontrar investidores.
Startups também não são somente empresas de
internet. Elas só são mais frequentes na internet porque é bem mais barato
criar uma empresa digital do que uma indústria. Além disso, muitas cabeças
pensantes já descobriram que a maior riqueza do homem é ele mesmo. E que ele
não precisa de um bem material para transformar em dinheiro, quando ele tem
boas ideias.
O
empreendedor brasileiro pode contar com Parques Tecnológicos, que possuem como
objetivo promover a ciência, tecnologia a inovação. São espaços que oferecem oportunidade
para as empresas transformarem pesquisa em produto, aproximando os centros de
conhecimento (universidades, centros de pesquisas e escolas) do setor produtivo
(empresas em geral).
Incubadoras de empresas de base tecnológicas (EBTs) são
empreendimentos que
oferecem espaço físico por tempo limitado para a instalação de empresas
nascentes, dando apoio para a consolidação dessas iniciativas. São locais que
disponibilizam suporte gerencial e tecnológico para empresas inovadoras em
produtos ou processos.
Muito
embora, o empresário brasileiro não possua esse hábito para solucionar
problemas de tecnologia ou mesmo promover inovação tecnológica. No Brasil, há
boas opções nessa ordem e os empreendedores devem estar atentos, principalmente
aqueles ligados à base tecnológica.
Em relação
às questões de ordem legal e contábil, o empreendedor deverá contar com
empresas de assessoria jurídica e contábil, para que esteja muito bem
assessorado desde o inicio de sua empresa, recorrendo a advogados e
contabilistas (contadores) que possam orientar o empreendedor de forma objetiva
e correta.
E no caso
de captação de recursos e no desenvolvimento de uma rede eficiente de contatos,
poderá contar com o Instituto Endeavor, que é uma entidade internacional sem
fins lucrativos que atua em países em desenvolvimento e que já auxilia muitos
empreendedores brasileiros.
Sua missão
é eliminar fatores que limitam o surgimento de empreendimentos inovadores.
Esses fatores são a dificuldade de acesso ao capital, a desinformação e a
carência de serviços de suporte qualificados. Bem como, apoiar o
desenvolvimento de modelos de empreendimentos de sucesso no Brasil que possam
servir de referência a futuros empreendedores.
Você sabia?
Começa ser mais comum no Brasil os investidores que
dão apoio de capital e de gestão a empreendedores com ideias inovadoras.
Investidor-anjo é o termo usado ao investidor que põe dinheiro em uma startup
antes mesmo que ela tenha receita ou mesmo que ainda fature muito pouco. O
valor pode variar de U$ 50.000,00 a U$ 500.000,00. Além do investimento, o
investidor-anjo orienta e apoia o empreendedor.

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