Branding envolve a utilização e coordenação de inúmeros recursos de
comunicação a fim de maximizar a consistência e clareza da mensagem da marca.
Acreditamos que a estratégia de marca é um fator relevante da estratégia
corporativa, em direção ao desenvolvimento de uma vantagem competitiva sustentável.
Uma das fundações do branding é determinar a estratégia de posicionamento da
marca, o qual entendemos como um exercício de relatividade. Ele deve equilibrar
os dois aspectos de uma marca: o emocional (as necessidades e expectativas dos
consumidores) e o racional (os objetivos do negócio).
Se você pretende
redefinir a competitividade da sua marca no mercado, precisará reposicionar a
marca. Se você precisa lançar uma nova marca, precisará posicionar a sua oferta
de modo que ela seja percebida como um valor adicional às ofertas já
existentes. Algumas empresas farão isso por amor (porque mediram a imagem da
marca e perceberam que ela estava se desgastando), enquanto outras o farão pela
dor (as vendas e margens caíram).
O posicionamento
integra os três fatores que determinam o futuro de uma empresa: estratégia
competitiva; domínio setorial; atributos da marca. Essa visão compreende as
lições brilhantemente demonstradas por Michael Porter, Peter Drucker e Philip
Kotler.
O
posicionamento de uma marca é conhecido através do compromisso (“compromisso de
posicionamento”) que a organização assume consigo mesma e todos os seus
públicos. No passado acreditava-se que o alvo era apenas os consumidores no varejo. Atualmente, as empresas aprenderam que precisam se relacionar muito bem com vários tipos de públicos, inclusive o interno, sem o apoio do qual nenhum posicionamento vingará. Agora você pode ver o sentido de integração com a estratégia corporativa, ou mesmo a lógica do termo branding.
Fonte: Global Brand


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