segunda-feira, 2 de junho de 2014

Branding é posicionar a marca com inteligência

Branding envolve a utilização e coordenação de inúmeros recursos de comunicação a fim de maximizar a consistência e clareza da mensagem da marca. Acreditamos que a estratégia de marca é um fator relevante da estratégia corporativa, em direção ao desenvolvimento de uma vantagem competitiva sustentável.
Uma das fundações do branding é determinar a estratégia de posicionamento da marca, o qual entendemos como um exercício de relatividade. Ele deve equilibrar os dois aspectos de uma marca: o emocional (as necessidades e expectativas dos consumidores) e o racional (os objetivos do negócio).
Se você pretende redefinir a competitividade da sua marca no mercado, precisará reposicionar a marca. Se você precisa lançar uma nova marca, precisará posicionar a sua oferta de modo que ela seja percebida como um valor adicional às ofertas já existentes. Algumas empresas farão isso por amor (porque mediram a imagem da marca e perceberam que ela estava se desgastando), enquanto outras o farão pela dor (as vendas e margens caíram).

O posicionamento integra os três fatores que determinam o futuro de uma empresa: estratégia competitiva; domínio setorial; atributos da marca. Essa visão compreende as lições brilhantemente demonstradas por Michael Porter, Peter Drucker e Philip Kotler.
O posicionamento de uma marca é conhecido através do compromisso (“compromisso de posicionamento”) que a organização assume consigo mesma e todos os seus públicos. 

No passado acreditava-se que o alvo era apenas os consumidores no varejo. Atualmente, as empresas aprenderam que precisam se relacionar muito bem com vários tipos de públicos, inclusive o interno, sem o apoio do qual nenhum posicionamento vingará. Agora você pode ver o sentido de integração com a estratégia corporativa, ou mesmo a lógica do termo branding.

Fonte: Global Brand 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Startups - modelos de negócios altamente escaláveis-

Chamamos de startup uma nova empresa, em fase embrionária ou em fase de constituição. Sua grande característica é que conta com projetos promissores, relacionados a pesquisa, investigação e desenvolvimento de ideias inovadoras.
Possuir risco envolvido no negócio é outra característica marcante de uma startup, pois trata-se de uma empresa jovem e está implantando uma nova ideia no mercado.
As startups são empreendimentos com baixos custos iniciais e são altamente escaláveis, ou seja, possuem uma expectativa de crescimento muito grande quando dão certo. Algumas empresas já solidificadas no mercado e líderes em seus segmentos, como o Google, a Yahoo e o e-Bay, também foram startups.
Normalmente empresas de base tecnológica são startups, possuem espírito empreendedor e uma constante busca por um modelo de negócio inovador. Este modelo de negócios é a maneira como a startup gera valor – ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro.
São exemplos de modelos de negócios de startups, que deram certo:
  • O modelo de negócios do Google que se baseia em cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados de busca.
  • O modelo de negócio de franquias: o franqueado paga royalties por uma marca, mas tem acesso a uma receita de sucesso com suporte do franqueador – e por isso aumenta suas chances de gerar lucro.

 São startups empresas que criam modelos de negócios altamente escaláveis, com baixos custos e ideias inovadoras.
O investimento é outro fator ligado diretamente a uma startup. O investimento é sempre um risco até que o modelo certo seja encontrado, devido ao ambiente de incerteza que é desenvolvido o negócio.
No entanto, há uma série de investidores que buscam por empresas startups para investirem, por isso o empreendimento que desenvolve um bom plano de negócios possuiu mais chances de sucesso em encontrar investidores.
Startups também não são somente empresas de internet. Elas só são mais frequentes na internet porque é bem mais barato criar uma empresa digital do que uma indústria. Além disso, muitas cabeças pensantes já descobriram que a maior riqueza do homem é ele mesmo. E que ele não precisa de um bem material para transformar em dinheiro, quando ele tem boas ideias.

  O empreendedor brasileiro pode contar com Parques Tecnológicos, que possuem como objetivo promover a ciência, tecnologia a inovação. São espaços que oferecem oportunidade para as empresas transformarem pesquisa em produto, aproximando os centros de conhecimento (universidades, centros de pesquisas e escolas) do setor produtivo (empresas em geral).
Incubadoras de empresas de base tecnológicas (EBTs) são empreendimentos que oferecem espaço físico por tempo limitado para a instalação de empresas nascentes, dando apoio para a consolidação dessas iniciativas. São locais que disponibilizam suporte gerencial e tecnológico para empresas inovadoras em produtos ou processos.
Muito embora, o empresário brasileiro não possua esse hábito para solucionar problemas de tecnologia ou mesmo promover inovação tecnológica. No Brasil, há boas opções nessa ordem e os empreendedores devem estar atentos, principalmente aqueles ligados à base tecnológica.


Em relação às questões de ordem legal e contábil, o empreendedor deverá contar com empresas de assessoria jurídica e contábil, para que esteja muito bem assessorado desde o inicio de sua empresa, recorrendo a advogados e contabilistas (contadores) que possam orientar o empreendedor de forma objetiva e correta.
E no caso de captação de recursos e no desenvolvimento de uma rede eficiente de contatos, poderá contar com o Instituto Endeavor, que é uma entidade internacional sem fins lucrativos que atua em países em desenvolvimento e que já auxilia muitos empreendedores brasileiros.
Sua missão é eliminar fatores que limitam o surgimento de empreendimentos inovadores. Esses fatores são a dificuldade de acesso ao capital, a desinformação e a carência de serviços de suporte qualificados. Bem como, apoiar o desenvolvimento de modelos de empreendimentos de sucesso no Brasil que possam servir de referência a futuros empreendedores.

Você sabia? 

Começa ser mais comum no Brasil os investidores que dão apoio de capital e de gestão a empreendedores com ideias inovadoras. Investidor-anjo é o termo usado ao investidor que põe dinheiro em uma startup antes mesmo que ela tenha receita ou mesmo que ainda fature muito pouco. O valor pode variar de U$ 50.000,00 a U$ 500.000,00. Além do investimento, o investidor-anjo orienta e apoia o empreendedor.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Global Entrepreneurship Monitor – GEM


Os resultados de uma conceituada pesquisa divulgou o nível de empreendedorismo no Brasil e no mundo (Global Entrepreneurship Monitor – GEM), 2012 essa pesquisa contou com a participação de 69 países.
No Brasil, foram entrevistados 10.000 indivíduos entre 18 e 64 anos, representativos da população brasileira nessas faixas etárias e residentes nas cinco regiões do país (2.000 entrevistados em cada uma das regiões). Adicionalmente, foram entrevistados 87 especialistas de diversos segmentos da sociedade brasileira.
Destacamos a seguir alguns pontos importantes da pesquisa, que sintetiza o empreendedorismo brasileiro:
- O sonho de ter um negócio próprio (43,5%) superou em muito o desejo de ter uma carreira em uma empresa (24,7%);
- Em relação às condições para empreender no Brasil foram apontados Clima Econômico, Normas Culturais e Sociais e Infraestrutura Comercial e Profissional. Dentre os fatores passíveis de melhoria, destacam-se Políticas Governamentais, Apoio Financeiro e Educação e Capacitação;
- 30% da população brasileira, entre 18 e 64 anos, está envolvida com empreendedorismo, demonstrando a importância econômica e social do tema e a necessidade de ações governamentais ou não governamentais para sua consolidação;
Quanto à descrição do perfil dos empreendedores, podemos destacar:
  • 49,6% do total dos empreendedores iniciais são mulheres, sendo que as regiões Nordeste e Sul concentram maiores proporções de empreendedorismo feminino (51,8%);
  • O maior percentual desses empreendedores por faixa etária concentra-se na faixa dos 25 aos 34 anos (33,8%), fato este que se repetiu em todas as regiões consideradas;
  • A maioria dos empreendedores iniciais no Brasil possui escolaridade equivalente ao segundo grau completo, fato este que também pode ser observado em todas as regiões consideradas.

O nível de educação empreendedora no ensino fundamental e médio e as políticas governamentais: burocracia e impostos são os tópicos apontados como sendo os mais limitantes para o empreendedorismo.
Um dos maiores desafios dos estudiosos da área empreendedora tem sido entender a real motivação que está por de trás do empreendedor. Aqueles que iniciam um empreendimento autônomo por não possuírem melhores condições de trabalho são chamados de empreendedores por necessidade. Já os empreendedores por oportunidade são aqueles que decidem iniciar um negócio próprio mesmo quando possuem um bom emprego e renda, ou mesmo para aumentar ou manter sua renda pelo desejo de independência no trabalho.
Se analisarmos a motivação dos empreendedores segundo algumas características demográficas, podemos destacar:
• A proporção de empreendedores por oportunidade é maior entre os empreendedores homens (73,9%) do que nas mulheres empreendedoras (64,5%);
• A proporção de empreendedores por oportunidade é maior entre os empreendedores mais jovens.
E finalmente,  a pesquisa procurou saber também o percentual dos negócios que buscam auxílio nos órgãos de apoio – Senac, Sebrae, Senai, entre outros. A grande maioria dos entrevistados, 82,2%, não procura esse tipo de ajuda. Os percentuais variam de região para região, sendo que no Sul e Sudeste o percentual é mais baixo. Em relação aos órgãos de apoio pesquisados, o SEBRAE se destaca, sendo citado por 13% dos entrevistados.



LEIA MAIS A RESPEITO:
Você poderá conhecer a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor – GEM no Brasil, ano 2012 através de um relatório executivo publicado pelo SEBRAE em seu Portal, acessando o link:http://www.sebrae.com.br/uf/pernambuco/downloads/estudos-e-pesquisas/copy3_of_seminario-web/pesquisa-gem-2012.pdf


terça-feira, 1 de abril de 2014

MVP: a ferramenta de experimentação e aprendizado da Startup

Podemos entender o conceito de MVP [1] (Minimum Viable Product) como um processo de combinação e experimentação prática com investigações qualitativas que buscam extrair dados para comprovar hipóteses de empreendedores, bem como “porquês” que estão por de trás do comportamento de clientes.

Para Ries (2012), MVPs são testes das suposições fundamentais de valor e crescimento utilizando produtos viáveis; a otimização do produto por meio de testes, de contabilidade para inovação e métricas adequadas.



Dessa forma, uma startup deve estabelecer um processo interativo com seus clientes para descobrir a combinação problema/solução para seu produto. A MVP não possui como preocupação básica colher sugestões gerais para o produto, mas sim provar a visão inicial do empreendedor. Customer Development não é um Focus Group, mas sim deve ser utilizado para testar as demandas de mercado com relação ao produto.



Para garantir um aprendizado relevante que ajude a Startup, o MVP pode adquirir qualquer forma de negócio que seja necessária, como por exemplo:
  • Pode tomar forma de uma campanha de anúncios no Google Adwords combinada com a criação de diferentes landing pages[2] para testar a reação dos consumidores sobre diferentes tipos de chamadas para o benefício principal do produto.
  • Ou split tests[3] para estudar qual a melhor opção de pacotes de preços/funcionalidades do produto.
  • Uma apresentação em PowerPoint para guiar uma série de entrevistas com potenciais clientes.
  • Ou então, uma chamada fake [4]para uma nova funcionalidade no software só para testar a receptividade dos usuários atuais.

O mais importante com o MVP é criar a cultura da experimentação que permite o aprendizado de uma forma lean[5], gastando a menor quantidade de recursos e tempo disponível.



[1] MVP significa o mínimo conjunto de funcionalidades que permite uma ação e aprendizado sobre os clientes ou usuários

[2] É a página de destino ou página de entrada, é a página por onde o visitante chega a um site, quando um usuário clica em um resultado de busca ou em um anúncio de banner ou links patrocinados, eles são direcionados para as landing pages

[3] Split test uma metodologia em publicidade de utilizar experimentos aleatórios com duas variantes, A e B, que representam o controle e tratamento na experiência avaliada. Tais experiências são comumente usadas ​​em desenvolvimento web e de marketing

[4] Fake significa falso em inglês, é um termo usado para denominar contas ou perfis usados na Internet para ocultar a identidade real de um usuário.

[5] Lean é basicamente tudo o que é relativo a obtenção de materiais corretos, no local correto, na quantidade correta, minimizando o desperdício, sendo flexível e aberto a mudanças.

terça-feira, 25 de março de 2014

Canvas de Negócios Inovadores

O modelo de Canvas para negócios inovadores é uma ferramenta útil para definir um modelo de negócios de uma empresa ou de um projeto. Podemos entender que um modelo de negócios é a forma como a empresa irá agregar valor, entregá-lo aos seus clientes e gerar renda. O Canvas foi criado e proposto originalmente por Alexander Osterwalder e Yves Pigneur.

Os Clientes da Horus Consultores se surpreendem com a utilidade e facilidade dessa ferramenta, que traduz de forma lúdica, o raciocínio estratégico do Negócio. 

A figura abaixo demonstra um Canvas preenchido. É importante lembrar que o Canvas é um documento "VIVO" e precisa ser atualizado sempre que houverem mudanças importantes no cenário empresarial ou no macro-ambiente.


Fonte: http://www.greatgroup.com.br/novidades/eventos/

Os 9 blocos são o os seguintes: 
Segmentos de mercado: Nesse bloco definimos quem são nossos clientes mais importantes; como se segmentam ou dividem e o que valorizam. 

Proposta de valor: A proposta de valor deverá definir que valor irá proporcionar aos clientes; que problemas a empresa irá ajudar a solucionar; que necessidades os produtos ou serviços irão satisfazer e qual será o pacote de produtos ou serviços que serão ofertados a cada segmento. 

Canais de comercialização: Em canais de comercialização será definido como a empresa irá alcançar seus clientes; como cada cliente está integrado ao canal. 

Relação com os clientes: A empresa deverá se posicionar frente ao relacionamento com seus clientes; o custo dessas relações deverá ser levantado e entender como as ações de relacionamento se integram ao modelo de negócio proposto. 

Fontes de renda: Nesse bloco a empresa deverá definir o valor que os clientes estão dispostos a pagar pelos produtos ou serviços ofertados; a empresa deverá entender como o cliente paga e como gostaria de pagar e finalmente qual é a representatividade dessa fonte de renda no faturamento total da empresa. 

Recursos chave: A empresa define nesse bloco quais são seus recursos chaves que geram valor ao seu negócio (canais de distribuição, relações com clientes e fontes de renda). 

Atividades chave: Nesse bloco são definidas as atividades chaves que requerem proposta de valor. 

Parcerias chave: Os parceiros chaves deverão ser definidos, além dos fornecedores, recursos e atividades que realizam esses parceiros. 

Estrutura de custos: E finalmente, a estrutura de custos deverá ser elaborada Alguns levantamentos deverão ser realizados como os custos mais importantes inerentes ao negócio, recursos chaves e atividades mais caros.

Dica Importante: A proposta do modelo de negócio Canvas casa como uma luva com o de Lean startup, pois apresenta uma representação esquemática visual, em blocos, que resume os principais componentes do modelo de negócio de uma empresa. Lean Startup é a forma prática de implementar a cultura de aprendizado necessária para as Startups, principalmente para o caso das empresas de software. Essa filosofia está ganhando cada vez mais corpo nos círculos de empreendedorismo tecnológico ao redor do mundo, especialmente em seu epicentro, o Vale do Silício 


Gostou do Canvas e quer conhecer um pouco mais sobre o assunto?
Não deixe de acessar no Google Books, o livro digital sobre Canvas Modelo de Negócio, de Alexander Osterwalder e Timothy Clark e aprenda usar o Canvas como principal ferramenta para descrever e  organizar modelos de negócios organizacionais e pessoais.
Boa leitura!
O link está disponível em :












sábado, 22 de março de 2014

Games - uma nova forma de treinar equipes e capacitar alunos

O mercado de games, tem crescido assustadoramente nas últimas décadas e apontado como setor mais dinâmico do campo das tecnologias de informação e da comunicação. No Brasil esta tendência não se distância dos principais mercados de games, como Estados Unidos e Japão, muito pelo contrário, o país do carnaval, da próxima sede da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, atrai cada vez mais investidores entusiasmados com as previsões otimistas do setor, com isso, traz também novos cursos dirigidos à capacitação de profissionais para atender esta demanda.

Não é o acaso, os games conquistaram os quatro cantos do planeta e não podia faltar sua presença nas empresas com a modalidade de business game e simuladores de cenários. Estes games, envolvem três formativas da competência humana, a primeira é dado pelo conhecimento contextualizado da situação problema envolvida no jogo e dos fatores envolvidos na dinâmica do processo; a segunda, a habilidade desenvolvida pela ação prática de se jogar e interagir pelo jogo com os demais integrantes em ações interagentes; e a terceira, a atitude promovida pela ênfase na competição e na cooperação.



No mundo das empresas, além de entretenimento têm como objetivo treinamento, desenvolvimento individual e, sobretudo, o desenvolvimento organizacional.
De modo geral, proporcionam competitividade e cooperação, e são voltados exclusivamente a aprendizagem da cultura organizacional, tendo o aspecto estético e social da instituição como um dos principais propósitos.

Você sabia:
Muitas empresas já utilizam simuladores de negócios com o objetivo de capacitar suas equipes.
A Metrocamp/Campinas  possui a disciplina Jogos de Negócios, em seus cursos de Graduação e Pós-graduação, onde seus alunos recebem orientações de professores e administram empresas, gerem negócios, desenvolvem produtos. A oportunidade é única e desafiadora.

quinta-feira, 13 de março de 2014

O empreendedorismo: combustível ao desenvolvimento econômico

O empreendedorismo é o combustível ao desenvolvimento econômico, gerando emprego e prosperidade a uma nação. Os empreendedores formam a base econômica de qualquer país.
Vivemos na era do empreendedorismo, onde nos deparamos com empreendedores quebrando barreiras comerciais e culturais, diminuindo distâncias, renovando a economia e seus conceitos globais, desenvolvendo novas oportunidades de trabalho e gerando mais empregos.

O empreendedorismo brasileiro é favorecido pelo intenso crescimento empresarial e econômico, e pelo avanço tecnológico, que vem contribuindo para o desenvolvimento de novos negócios.
As micro e pequenas empresas representam cerca de 20% do PIB brasileiro e são responsáveis por 60% dos empregos formais, apontam as pesquisas divulgadas pelo IBGE.

Os verdadeiros empreendedores estão em busca de outras realizações além da riqueza material. Há o empreendedor por necessidade, aquele que busca o empreendedorismo para sobreviver. Não encontra outra forma de remuneração por não conseguir inserir-se no mercado de trabalho. Temos o empreendedor pós-sobrevivência que é aquele que consegue superar os primeiros anos difíceis de seu negócio, porém mantém-se em uma situação de baixo desenvolvimento, pois tem medo de perder o que conseguiram conquistar.

O empreendedor por oportunidade é aquele que embora esteja muito bem empregado, deslumbra uma oportunidade de negócio. Esses empreendedores se preparam muito bem antes de abrirem seus negócios. E finalmente temos os empreendedores de alto crescimento, não possuem limite para crescer e querem crescer rapidamente.


Pesquisas com empreendedores demonstram que há muitas motivações que levam as pessoas a criarem seu próprio negócio, mas dentre elas podemos destacar:

1.         O desejo de fazer o sonho acontecer;
2.         A necessidade de ser independente;
3.         A autonomia no processo de tomada de decisão;
4.         A vontade de ganhar dinheiro;
5.         A busca de novos desafios profissionais;
6.         E a falta de alternativa, como a perda do emprego.